
domingo, 26 de abril de 2009
Em tempo de paz, amor e criatividade

quinta-feira, 16 de abril de 2009
"A beleza é um movimento"
"Bem, eu vou apresentar a mulher que eu amo... é tão difícil e é tão fácil... Eu aprendi uma coisa bonita na vida: primeiro, que a beleza é um movimento. Quem me ensinou isso foi Débora Duarte, a mulher que amo muito e que é responsável pelo passo bom que eu possa dar. Olha que responsabilidade que eu estou dando pra baixinha!"
"Hoje eu sou um homem feliz, junto com a pessoa que quero, junto com a família que gosto, junto com aquilo que preciso. Então, ela está aqui do meu lado, as minhas duas metades, as minhas duas partes, Débora Duarte, atriz, poetisa, companheira, baixinha como sempre, e um verdadeiro sabor..."
Antônio Marcos apresenta Débora Duarte no "Especial Antônio Marcos", para a Rádio América de São Paulo, em 1982.
... TONINHO POR DÉBORA ...
"Era uma vez... um homem
Que tentava cativar...
Atravessava o dia desvairado,
Louco entre as obrigações.
À noite, não:
Ele voava pro quarto,
Se estendia no chão,
Falava com seu gato,
Respirava sonhos,
Aspirava pólens...
Um dia, quase virou flor!
No entanto, ele sempre acordava
Antes que se desse o fim do sono,
Sempre suado, suando, lendo, recitando...
E dava pra dizer, dizer, dizer...
Falava sobre a tempestade
E a sua testa era salgada!
Não se acalmava nunca
E só se acalmaria docemente
Quando seu coração fizesse amor de corpo inteiro.
Era um homem que amava lento
E olhava nos olhos.
Depois, pra voltar a dormir,
Antes de chegar o fim do sono,
Ele abria a porta, a janela
E o peito ao vento.
Nada, nunca pedia!
Sendo, tudo teria!
Finalmente dormiria,
Que depois do fim se acorda,
Que o fim do sono
É bom dia!"
Débora Duarte (Poema Para Toniquinho,
recitado por Débora no "Especial Antônio Marcos",
para a Rádio América de São Paulo, em 1982)
ESCUTE AQUI ESTA PARTE DO PROGRAMA
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Adeus Florinda
Eis alguns momentos da deliciosa interpretação de Débora:



Veja todas as fotos de Florinda no site
DÉBORA DUARTE - Multiply
sábado, 28 de março de 2009
O amor como uma onda...
O drama de Alice começa logo nos primeiros capítulos, quando ela se dá conta de que entregou a sua vida à família e, apesar disso, se sente profundamente solitária, principalmente no que diz respeito à relação com o marido, o Dr. José Prata (Marcos Caruso), médico e diretor de um hospital, o qual, por sua vez, vive quase só para a sua profissão e tem uma atitude de quase indiferença para com ela...
Alice desabafa, então, a sua tristeza com o marido e pede-lhe que ele dedique mais tempo à família. Prata diz-lhe que o fará, chamando alguém para dividir a direção do hospital consigo. Alice não poderia, porém, imaginar o que isso significaria...

Veja mais fotos de Alice no site
DÉBORA DUARTE - Multiply
sábado, 14 de março de 2009
Arte em quadrinhos
Estas belíssimas imagens fazem parte de uma fotonovela protagonizada por Débora Duarte e Francisco Cuoco, chamada "Andorinha de Asa Ferida" e publicada no número 50 da Revista "Cartaz", do dia 14 de Fevereiro de 1973.
Lindíssima, nos seus já veteranos 23 anos, Débora, uma vez mais, fascina com a extraordinária força interpretativa do seu olhar e gestos, de tal forma que, mesmo não havendo movimento nem som, podemos senti-los em toda a sua beleza...
... Só que na tal festinha, Marta é interceptada por um misterioso estranho, Beto (Francisco Cuoco), e aceita o convite deste para ir até sua casa...
... Marta e Beto conversam longamente, num encantamento mútuo cada vez maior, fazendo com que ela se esqueça do namorado que a esperava...
... E, juntos, vão desvendar os segredos de um passado que misteriosamente os une...DÉBORA DUARTE - Multiply
sábado, 7 de março de 2009
"Um casal vivido com arte"
Partindo deste recorte de jornal da época, eis mais alguns belíssimos momentos da história deste apaixonante casal, vivido por Débora Duarte e Ney Latorraca, na minissérie "Anarquistas, Graças a Deus", produzida pela Rede Globo, exibida em 1984 e lançada em DVD em 2008:
Angelina e Ernesto quando se conheceram, já no Brasil: ele apaixona-se à primeira vista, enquanto ela declama para uma plateia sobre o sonho anarquista, numa das mais belas e artísticas cenas de toda a teledramaturgia.
Angelina e Ernesto, recém-casados, andando de bonde:
note-se a profunda cumplicidade e o amor pleno que o olhar de ambos denuncia.
Angelina e Ernesto também discutiam com Arte...
... e amavam-se com Arte!
Uma delícia!

Ernesto tentando consolar Angelina,
depois de ela encontrar o seu disco mais querido todo quebrado...
Pura emoção! Pura Arte.

Os projetos, as conversas do casal...
E o brilho de duas interpretações sensacionais, num dos encontros mais felizes da história da teledramaturgia brasileira!
(continua...)
MINISSÉRIE DISPONÍVEL EM DVD!
"ANARQUISTAS, GRAÇAS A DEUS"
IMPERDÍVEL!
domingo, 1 de março de 2009
Flashs de uma doce parceria

Débora Duarte e Marco Nanini, no início dos anos 70.
Ambos integraram o elenco da novela "Carinhoso"
(Rede Globo, 1973/1974): ela como Marisa e ele como Faísca.
O encontro de Débora e Marco Nanini na TV repetir-se-ia em 1975, ainda na Rede Globo, com "Pecado Capital", em que os dois deram vida aos irmãos Vilminha e Vinicius (ver foto na matéria "De Lulu a Vilminha"), filhos de Salviano Lisboa (Lima Duarte).
Mas foi no teatro que esta parceria se tornou mais profunda e intensa, pois ambos estrelaram a peça "Doce Deleite", de Alcione Araújo, José Márcio Penido, Mauro Rasi e Vicente Pereira, com direção do primeiro.

Débora Duarte e Marco Nanini
em "Doce Deleite", no início dos anos 80.
Grande sucesso, "Doce Deleite" viajou por todo o Brasil e esteve em cartaz de 1981 a 1984, sendo que Débora sucedeu às atrizes Marília Pêra, Regina Casé e Bia Nunes na parceria com Marco Nanini.
Tratava-se de uma sequência de esquetes cômicos, os quais serviam de pretexto a uma série de composições de tipo por parte da dupla.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
De Patinho Feio a Princesa
« MERECEM SER VISTAS
Uma atitude bastante coerente de Débora, que foi a nossa primeira mocinha telenovelesca antimártir no antológico Beto Rockefeller de priscas eras. Irene nunca, porém, tinha tido a chance de mostrar seu solto estilo de comediante brasileira em novelas, só provara este seu talento em teatro. Em TV, sempre ficava formal.
Merecem, por isso, ser vistas pelo público e por quem anda nivelando, reprimindo e mumificando os outros atores brasileiros. »
Jornal/Revista: Jornal do Brasil
Data de Publicação: 12.04.1978
Fonte: Site TV Pesquisa

Na primeira fotografia, Débora Duarte com Carlos Augusto Strazzer,
Elaine Cristina e Glauce Graieb, e na segunda, Irene Ravache,
todos integrantes do elenco de "O Profeta".
O Profeta vem aí!
Às 20 horas do dia 24 de Outubro de 1977, estreava, na TV Tupi, o grande sucesso "O Profeta", novela de Ivani Ribeiro, com direção de Antonino Seabra e Álvaro Fugulin, a qual seria exibida até ao dia 29 de Abril de 1978.
A novela foi anunciada com pompa!
«
Com o objetivo de repetir o mesmo sucesso que fez "A Viagem", de Ivani Ribeiro, a Rede Tupi de São Paulo está preparando a todo o vapor sua próxima novela das 8 da noite, onde a famosa autora vai retratar um tema idêntico ao da sua obra anterior: os fenômenos do além.
(...)
Sem intenção de criar polêmica sobre o assunto, Ivani Ribeiro pretende mostrar ao público que o homem está cada vez mais afastado de Deus e, à medida que a tecnologia moderna avança, mais ele se sente só e inseguro. (...)
»
Débora Duarte no elenco: o regresso à Tupi!
A última novela que Débora havia feito na Rede Tupi era "Toninho on The Rocks", em 1970. Depois disso, passou pela Rede Record, onde fez, em 1971, "Editora Mayo, Bom Dia" e, logo em seguida, estrelou seis novelas seguidas na Rede Globo: "Bicho do Mato" (1972), "A Patota" (1972), "Carinhoso" (1973), "O Espigão" (1974), "Escalada" (1975) e "Pecado Capital" (1975).
As muitas capas de revista da época, dando destaque a Débora e a Carlos Augusto Strazzer (que interpretou Daniel, o profeta, e eterno amor de Carola), são disso testemunho.
Eis alguns exemplos:

«
Depois de acompanhar durante seis meses todos os emocionantes lances de "O Profeta", o fiel público finalmente assistirá ao feliz desfecho do mais badalado casal da história: Carola (Débora Duarte) e Daniel (Carlos Augusto Strazzer) ficam juntos para sempre!
E o mais comovedor de tudo: a união dos dois é a maior prova de amor e esperança da novela, pois mostra que as pessoas sinceras, honestas e verdadeiramente apaixonadas podem alcançar a felicidade se não abrirem mão de seus sonhos, por mais distantes que eles sejam.
Fora isso, Carola possuía sérios grilos por ser gordinha e se sentir rejeitada até mesmo por sua própria mãe, Maria Luísa (Márcia de Windsor).
Depois de algum tempo, porém, Daniel rompe seu noivado com Ruth, alimentando uma leve esperança no coração de Carola.
Para espanto geral, Sônia era noiva do melhor amigo do profeta, o Murilo (Walter Prado). E Daniel teve de se contentar com raros e furtivos encontros com a garota.
Dessa forma, sem Ruth e sem o amor de Sônia, Daniel começa a sentir falta do carinho e do amor de uma mulher que o compreenda completamente e que seja sua fiel companheira.
Foi então que o profeta começa a descobrir a verdadeira mulher que sempre existiu por trás do jeito rebelde e agressivo de Carola. E constata que a única amiga que nunca o havia abandonado nos momentos críticos da sua vida tinha sido justamente ela.
»
domingo, 15 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Um furacão chamado Marisa...

Aos 23 anos apenas, Débora surgia nos créditos da abertura da novela "Carinhoso" (Rede Globo, 1973) como "PARTICIPAÇÃO ESPECIAL"!
Admirável! Na verdade, Débora já era uma veterana com quase vinte anos de carreira e uma das musas da TV brasileira.
Parcerias de Débora na novela:

Com Célia Biar, que interpretou Hermínia Vasconcelos Lima,
mãe de Eduardo (Marcos Paulo) e Humberto (Cláudio Marzo).

RECORTE DE REVISTA:
As rivais Marisa (Débora Duarte) e Cecília (Regina Duarte),
ambas apaixonadas pelo mesmo homem, Eduardo (Marcos Paulo).
Débora em plena cena com Marcos Paulo,
que deu vida a Eduardo, a grande paixão de Marisa.
Por ele, Marisa lutará até ao fim sem medir meios...
Débora e Marcos Paulo,
divertidos durante as gravações de "Carinhoso".
"Tchau, gente!" - são as suas últimas palavras, sem saber que a despedida seria a própria morte.

























