domingo, 26 de abril de 2009

Em tempo de paz, amor e criatividade


Débora Duarte é a capa da Revista da Tevê,
do jornal O Globo, do dia 9 de Dezembro de 1984.

1984 foi mais um ano de especial glória para Débora, que, depois de se despedir de personagens grandiosas como Maria Rita Mendonça, Maria de Araújo e Angelina Gattai, respectivamente das minisséries "Parabéns Pra Você" (1983), "Padre Cícero" (1984) e "Anarquistas Graças a Deus" (1984), passou a dar vida também na telinha, a partir de 26 de Novembro desse ano, à famosíssima e inesquecível Eloá Pellegrini de "Corpo a Corpo", novela de Gilberto Braga, que foi exibida, no horário nobre da Globo, até ao dia 21 de Junho de 1985.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

"A beleza é um movimento"



... DÉBORA POR TONINHO ...

"Bem, eu vou apresentar a mulher que eu amo... é tão difícil e é tão fácil... Eu aprendi uma coisa bonita na vida: primeiro, que a beleza é um movimento. Quem me ensinou isso foi Débora Duarte, a mulher que amo muito e que é responsável pelo passo bom que eu possa dar. Olha que responsabilidade que eu estou dando pra baixinha!"

"Hoje eu sou um homem feliz, junto com a pessoa que quero, junto com a família que gosto, junto com aquilo que preciso. Então, ela está aqui do meu lado, as minhas duas metades, as minhas duas partes, Débora Duarte, atriz, poetisa, companheira, baixinha como sempre, e um verdadeiro sabor..."

Antônio Marcos apresenta Débora Duarte no "Especial Antônio Marcos", para a Rádio América de São Paulo, em 1982.


... TONINHO POR DÉBORA ...

"Era uma vez... um homem
Que tentava cativar...
Atravessava o dia desvairado,
Louco entre as obrigações.
À noite, não:
Ele voava pro quarto,
Se estendia no chão,
Falava com seu gato,
Respirava sonhos,
Aspirava pólens...
Um dia, quase virou flor!
No entanto, ele sempre acordava
Antes que se desse o fim do sono,
Sempre suado, suando, lendo, recitando...
E dava pra dizer, dizer, dizer...
Falava sobre a tempestade
E a sua testa era salgada!
Não se acalmava nunca
E só se acalmaria docemente
Quando seu coração fizesse amor de corpo inteiro.
Era um homem que amava lento
E olhava nos olhos.
Depois, pra voltar a dormir,
Antes de chegar o fim do sono,
Ele abria a porta, a janela
E o peito ao vento.
Nada, nunca pedia!
Sendo, tudo teria!
Finalmente dormiria,
Que depois do fim se acorda,
Que o fim do sono
É bom dia!
"

Débora Duarte (Poema Para Toniquinho,
recitado por Débora no "Especial Antônio Marcos",
para a Rádio América de São Paulo, em 1982)


ESCUTE AQUI ESTA PARTE DO PROGRAMA

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Adeus Florinda

Na fotografia acima, Débora Duarte e o resto do elenco no final das gravações de "Três Irmãs", no passado dia 8 de Abril.

O último capítulo da novela das sete será transmitido, no Brasil, hoje, dia 10 de Abril, e reprisado amanhã, dia 11 de Abril. Em Portugal, a novela, que é transmitida pela SIC, às 18 horas, ainda vai no seu capítulo 77.


Florinda vai deixar saudade!
Eis alguns momentos da deliciosa interpretação de Débora:











Veja todas as fotos de Florinda no site
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sábado, 28 de março de 2009

O amor como uma onda...

Alice Prata foi a personagem de Débora em "Como Uma Onda", novela de Walter Negrão, com direção de Dennis Carvalho e Mauro Mendonça Filho, exibida, pela Rede Globo, de 22 de Novembro de 2004 a 18 de Junho de 2005.

O drama de Alice começa logo nos primeiros capítulos, quando ela se dá conta de que entregou a sua vida à família e, apesar disso, se sente profundamente solitária, principalmente no que diz respeito à relação com o marido, o Dr. José Prata (Marcos Caruso), médico e diretor de um hospital, o qual, por sua vez, vive quase só para a sua profissão e tem uma atitude de quase indiferença para com ela...


Alice desabafa, então, a sua tristeza com o marido e pede-lhe que ele dedique mais tempo à família. Prata diz-lhe que o fará, chamando alguém para dividir a direção do hospital consigo. Alice não poderia, porém, imaginar o que isso significaria...


Na verdade, Prata convida para essa função uma antiga colega de faculdade, Virgínia (Mila Moreira), com quem já havia tido um caso durante a juventude, o que faz com que Alice, já marcada pela indiferença do marido, comece a sentir fortes ciúmes da médica. Na foto acima, Alice espera, à noite, que Prata chegue a casa e, por fim, desesperada, procura-o pelo telefone...


Alice entra, assim, em depressão, com momentos como o da foto acima, em que se resigna e se refugia na sua solidão... (Nesta cena, Jackie, a sua empregada, personagem de Yaçanã Martins, tenta convencê-la a sair da depressão.)


... Noutros momentos, Alice decide exprimir, de forma veemente, os seus ciúmes, como na cena da foto acima, em que ela flagra Prata e Virgínia num restaurante e senta-se à mesa deles, tratando-os com ironia, mas nem por isso conseguindo maior atenção por parte do marido...


... Alice sofre cada vez mais com a situação e os seus ciúmes tornam-se de tal modo insustentáveis que, depois de uma discussão, Prata acaba por sair de casa, começando, apenas então, uma relação amorosa com a colega Virgínia, junto de quem procura apoio...


No entanto, todo o sofrimento acaba por trazer uma nova maturidade e uma nova força a Alice, que se transforma, assim, numa nova mulher, segura de si mesma e determinada a encontrar outros sentidos para a sua vida que não apenas o marido e os filhos...


Esta nova Alice acaba por fascinar novamente Prata, que, no final da festa de noivado de um dos filhos, surpreende-a com um beijo!


Mais tarde, quando acontece a tragédia do acidente que deixa Rafa (Sérgio Marone), filho de ambos, sem poder andar, é Alice que dá força a Prata e o faz acreditar na recuperação do filho, o que faz crescer ainda mais a admiração de Prata pela mulher em que Alice se tornou.


Alice e Prata unem-se mais com a tragédia do filho, embora Prata continue vivendo com Virgínia e Alice continue seguindo a sua nova vida de mulher solteira e dinâmica profissionalmente.


Porém, Prata volta a procurar Alice e, durante uma conversa em que deveriam acertar os pormenores do divórcio, ele acaba por confessar-lhe a sua admiração e a sua atração pela mulher bela e forte em que ela se transformou...


E beija-a de novo, apaixonadamente!


Alice e Prata voltam, então, a amar-se...


... E Prata vacila em relação ao divórcio, mas Alice mantém a sua posição de que a separação fez bem a ambos e de que é a melhor solução, surpreendendo-o uma vez mais!


O que não significa, diz ela, por fim, que eles não tenham uns "encontros" como aquele, de vez em quando, para "matar as saudades"...


No final, Alice e Prata, bem resolvidos no que diz respeito à sua relação, seguem de braços dados para formalizar o divórcio e combinam um almoço com os filhos para "celebrar" a família feliz em que se tornaram.


Mais uma grandiosa interpretação de Débora Duarte, que, de forma fascinante e com singular maestria, conduziu o crescimento e a transformação desta personagem ao longo da trama.

Veja mais fotos de Alice no site
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sábado, 14 de março de 2009

Arte em quadrinhos



Estas belíssimas imagens fazem parte de uma fotonovela protagonizada por Débora Duarte e Francisco Cuoco, chamada "Andorinha de Asa Ferida" e publicada no número 50 da Revista "Cartaz", do dia 14 de Fevereiro de 1973.

Lindíssima, nos seus já veteranos 23 anos, Débora, uma vez mais, fascina com a extraordinária força interpretativa do seu olhar e gestos, de tal forma que, mesmo não havendo movimento nem som, podemos senti-los em toda a sua beleza...


Marta (Débora Duarte) está na praia com o namorado, quando este lhe propõe saírem mais tarde. Ela diz-lhe que não, porque tem uma festa com uns amigos de quem ele não gosta. Porém, ele insiste para que se encontrem mais tarde e ela acaba por aceitar...

... Só que na tal festinha, Marta é interceptada por um misterioso estranho, Beto (Francisco Cuoco), e aceita o convite deste para ir até sua casa...

... Marta e Beto conversam longamente, num encantamento mútuo cada vez maior, fazendo com que ela se esqueça do namorado que a esperava...

... E, juntos, vão desvendar os segredos de um passado que misteriosamente os une...


Leia mais da história e veja mais belas imagens desta fotonovela no site
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sábado, 7 de março de 2009

"Um casal vivido com arte"


Partindo deste recorte de jornal da época, eis mais alguns belíssimos momentos da história deste apaixonante casal, vivido por Débora Duarte e Ney Latorraca, na minissérie "Anarquistas, Graças a Deus", produzida pela Rede Globo, exibida em 1984 e lançada em DVD em 2008:


Angelina e Ernesto quando se conheceram, já no Brasil: ele apaixona-se à primeira vista, enquanto ela declama para uma plateia sobre o sonho anarquista, numa das mais belas e artísticas cenas de toda a teledramaturgia.



Angelina e Ernesto, recém-casados, andando de bonde:
note-se a profunda cumplicidade e o amor pleno que o olhar de ambos denuncia.



Angelina e Ernesto também discutiam com Arte...



... e amavam-se com Arte!
Uma delícia!



Ernesto tentando consolar Angelina,
depois de ela encontrar o seu disco mais querido todo quebrado...
Pura emoção! Pura Arte.



Os projetos, as conversas do casal...
E o brilho de duas interpretações sensacionais, num dos encontros mais felizes da história da teledramaturgia brasileira!

(continua...)


MINISSÉRIE DISPONÍVEL EM DVD!
"ANARQUISTAS, GRAÇAS A DEUS"
IMPERDÍVEL!

domingo, 1 de março de 2009

Flashs de uma doce parceria


Débora Duarte e Marco Nanini, no início dos anos 70.
Ambos integraram o elenco da novela "Carinhoso"
(Rede Globo, 1973/1974): ela como Marisa e ele como Faísca.


O encontro de Débora e Marco Nanini na TV repetir-se-ia em 1975, ainda na Rede Globo, com "Pecado Capital", em que os dois deram vida aos irmãos Vilminha e Vinicius (ver foto na matéria "De Lulu a Vilminha"), filhos de Salviano Lisboa (Lima Duarte).


Mas foi no teatro que esta parceria se tornou mais profunda e intensa, pois ambos estrelaram a peça "Doce Deleite", de Alcione Araújo, José Márcio Penido, Mauro Rasi e Vicente Pereira, com direção do primeiro.


Débora Duarte e Marco Nanini
em "Doce Deleite", no início dos anos 80.


Grande sucesso, "Doce Deleite" viajou por todo o Brasil e esteve em cartaz de 1981 a 1984, sendo que Débora sucedeu às atrizes Marília Pêra, Regina Casé e Bia Nunes na parceria com Marco Nanini.
Tratava-se de uma sequência de esquetes cômicos, os quais serviam de pretexto a uma série de composições de tipo por parte da dupla.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

De Patinho Feio a Princesa


« MERECEM SER VISTAS

As únicas atrizes que, no momento, andam escapando do padrão convencional de interpretação de novelas são Débora Duarte e Irene Ravache em O Profeta. Parecem gente, são plenamente divertidas e dão até a impressão de que não apenas recitam seus papéis, mas gostam do que estão fazendo.

Uma atitude bastante coerente de Débora, que foi a nossa primeira mocinha telenovelesca antimártir no antológico Beto Rockefeller de priscas eras. Irene nunca, porém, tinha tido a chance de mostrar seu solto estilo de comediante brasileira em novelas, só provara este seu talento em teatro. Em TV, sempre ficava formal.

Merecem, por isso, ser vistas pelo público e por quem anda nivelando, reprimindo e mumificando os outros atores brasileiros.
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Jornal/Revista: Jornal do Brasil
Data de Publicação: 12.04.1978
Fonte: Site TV Pesquisa


Na primeira fotografia, Débora Duarte com Carlos Augusto Strazzer,
Elaine Cristina e Glauce Graieb, e na segunda, Irene Ravache,
todos integrantes do elenco de "O Profeta".



O Profeta vem aí!

Às 20 horas do dia 24 de Outubro de 1977, estreava, na TV Tupi, o grande sucesso "O Profeta", novela de Ivani Ribeiro, com direção de Antonino Seabra e Álvaro Fugulin, a qual seria exibida até ao dia 29 de Abril de 1978.

A novela foi anunciada com pompa!


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Com o objetivo de repetir o mesmo sucesso que fez "A Viagem", de Ivani Ribeiro, a Rede Tupi de São Paulo está preparando a todo o vapor sua próxima novela das 8 da noite, onde a famosa autora vai retratar um tema idêntico ao da sua obra anterior: os fenômenos do além.

(...)

Sem intenção de criar polêmica sobre o assunto, Ivani Ribeiro pretende mostrar ao público que o homem está cada vez mais afastado de Deus e, à medida que a tecnologia moderna avança, mais ele se sente só e inseguro. (...)
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Débora Duarte no elenco: o regresso à Tupi!


A última novela que Débora havia feito na Rede Tupi era "Toninho on The Rocks", em 1970. Depois disso, passou pela Rede Record, onde fez, em 1971, "Editora Mayo, Bom Dia" e, logo em seguida, estrelou seis novelas seguidas na Rede Globo: "Bicho do Mato" (1972), "A Patota" (1972), "Carinhoso" (1973), "O Espigão" (1974), "Escalada" (1975) e "Pecado Capital" (1975).

Sete anos depois, Débora volta, então, à casa que a vira nascer como atriz, ainda nos anos 50, para dar vida a mais uma das suas personagens antológicas da história da teledramaturgia brasileira, a engraçada e sonhadora Carola, personagem que vai viver uma grande transformação no decorrer da trama...



O sucesso foi enorme!

As muitas capas de revista da época, dando destaque a Débora e a Carlos Augusto Strazzer (que interpretou Daniel, o profeta, e eterno amor de Carola), são disso testemunho.

Eis alguns exemplos:






O final ansiado pelo público!


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Depois de acompanhar durante seis meses todos os emocionantes lances de "O Profeta", o fiel público finalmente assistirá ao feliz desfecho do mais badalado casal da história: Carola (Débora Duarte) e Daniel (Carlos Augusto Strazzer) ficam juntos para sempre!

E o mais comovedor de tudo: a união dos dois é a maior prova de amor e esperança da novela, pois mostra que as pessoas sinceras, honestas e verdadeiramente apaixonadas podem alcançar a felicidade se não abrirem mão de seus sonhos, por mais distantes que eles sejam.


A PRINCÍPIO, CAROLA LUTA EM SILÊNCIO POR SEU AMOR

E esse foi o caso de Carola, que desde o início da novela lutou em silêncio para conquistar o coração de Daniel. Mas, apesar de loucamente apaixonada por Daniel - quem não se lembra? - Carola tinha Ruth (Glauce Graieb) no caminho. Ruth, sua irmã, era noiva do rapaz.

Fora isso, Carola possuía sérios grilos por ser gordinha e se sentir rejeitada até mesmo por sua própria mãe, Maria Luísa (Márcia de Windsor).
Em seu desespero de garota mal-amada, que vê seu primeiro amor sem perspectivas de um futuro feliz, Carola passou por uma fase de fossas incríveis que sempre terminavam em pilequinhos.

Depois de algum tempo, porém, Daniel rompe seu noivado com Ruth, alimentando uma leve esperança no coração de Carola.
Mas a doce ilusão dura pouco: a garota logo sabe que Daniel está apaixonado por Sônia (Elaine Cristina) e que desmanchara com Ruth para ficar com seu novo amor.

Para espanto geral, Sônia era noiva do melhor amigo do profeta, o Murilo (Walter Prado). E Daniel teve de se contentar com raros e furtivos encontros com a garota.
Esse romance "clandestino" com Sônia abala muito a frágil estrutura de Carola e, quando Murilo morreu pouco antes de se casar, nova onda de tristeza se abate sobre o "patinho feio". Tudo indicava que suas esperanças de um dia conquistar Daniel morriam junto com Murilo, já que Sônia, livre de compromisso, na certa responderia ao amor do profeta.


AMOR E DEDICAÇÃO DA GAROTA VENCEM TODAS AS BARREIRAS

Para alegria de Carola e do público, porém, Sônia mostra que não estava tão apaixonada por Daniel, o que faz o rapaz sofrer muito ou até mais que a própria Carola. Acontece que Sônia aceita o pedido de casamento de Heitor (John Herbert), um homem mais velho que ela.

Dessa forma, sem Ruth e sem o amor de Sônia, Daniel começa a sentir falta do carinho e do amor de uma mulher que o compreenda completamente e que seja sua fiel companheira.
No fundo, Daniel estava à procura da mulher dos seus sonhos.

Foi então que o profeta começa a descobrir a verdadeira mulher que sempre existiu por trás do jeito rebelde e agressivo de Carola. E constata que a única amiga que nunca o havia abandonado nos momentos críticos da sua vida tinha sido justamente ela.
E quando a garota simula que está namorando outro rapaz, Daniel percebe que os seus sentimentos por ela não são apenas de amizade. O sentimento que o une à garota é muito mais do que isso: é o doce sentimento do amor que finalmente os leva a se completarem e se amarem para sempre....
»

domingo, 15 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Um furacão chamado Marisa...







Aos 23 anos apenas, Débora surgia nos créditos da abertura da novela "Carinhoso" (Rede Globo, 1973) como "PARTICIPAÇÃO ESPECIAL"!


(Veja a abertura da novela
AQUI

- note-se que a música está alterada em relação ao original.)



Admirável! Na verdade, Débora já era uma veterana com quase vinte anos de carreira e uma das musas da TV brasileira.

A bela e determinada Marisa, a antagonista da história, foi uma das personagens de maior força da sua carreira e um dos maiores sucessos da novela de Lauro César Muniz, acabando por ter um fim trágico, morrendo num acidente de carro, na estrada Rio-Petrópolis, ao lado do seu grande amor, Eduardo...


Parcerias de Débora na novela:


Com Célia Biar, que interpretou Hermínia Vasconcelos Lima,
mãe de Eduardo (Marcos Paulo) e Humberto (Cláudio Marzo).




RECORTE DE REVISTA:
As rivais Marisa (Débora Duarte) e Cecília (Regina Duarte),
ambas apaixonadas pelo mesmo homem, Eduardo (Marcos Paulo).




Débora em plena cena com Marcos Paulo,
que deu vida a Eduardo, a grande paixão de Marisa.
Por ele, Marisa lutará até ao fim sem medir meios...




Débora e Marcos Paulo,
divertidos durante as gravações de "Carinhoso".


No último capítulo, que foi ao ar a 23 de Janeiro de 1974, ainda se ouve a voz de Marisa numa fita, em que ela se mostrava confiante de que, finalmente, ficaria para sempre com o seu "Dudu".
"Tchau, gente!" - são as suas últimas palavras, sem saber que a despedida seria a própria morte.

Ver AQUI.