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domingo, 14 de novembro de 2010

TV Globo, TV Gazeta e TV Cultura entrevistam Débora

Imperdíveis estas três entrevistas bem recentes, em que Débora fala da sua carreira no passado e no presente, recheadas de imagens de arquivo raras!


No programa "Estrelas" da TV Globo (por Angélica), exibido no dia 30/10/2010:




No programa "Todo Seu" da TV Gazeta (por Ronnie Von), exibido no dia 16/09/2010:





No programa "Metrópolis" da TV Cultura, exibido no dia 23/08/2010:

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Adorável Desgraçada ainda em cartaz!

O extraordinário trabalho de Débora Duarte no monólogo "Adorável Desgraçada", de Leilah Assumpção, prêmio de melhor texto de 1994 pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), direção de Otávio Muller, continua podendo ser visto na sala do Centro Cultural Solar de Botafogo, no Rio de Janeiro, uma vez que, graças ao enorme sucesso que tem colhido junto da crítica e do público, o espetáculo foi reposto e mantido em cartaz até ao final de Fevereiro.


Sempre diferente e sempre genial em palco, e cada vez mais íntima da peça, Débora mostra um trabalho de composição de personagem primoroso aliado a uma interpretação fulgurante que jorra diretamente na emoção do público e vai esculpindo de forma cada vez mais encantadora a história que é contada, tornando o espetáculo imperdível pela segunda, terceira ou quarta vez.


«(...) E que atriz! Após longa ausência dos palcos cariocas, Débora Duarte volta com um trabalho maravilhoso. Quando sobe a luz e ela entra para "apresentar" os vários personagens da ação, já chega o impacto de uma atriz que sabe o que faz, que o faz muito bem e que abraça a plateia para incorporá-la ao círculo de mágica de seu trabalho.
A criação de Guta é um trabalho de ourivesaria, rica em detalhes e autocrítica, pensada, controlada, que nos apresenta uma patética figura humana que, usando muito bem o texto, consegue reunir em uma só todas as solitárias Gutas interioranas que vivem na cidade grande presas aos valores trazidos de casa.
O texto e a encenação de "Adorável desgraçada" têm grandes qualidades. Mas são, em última análise, a bela moldura para o brilho da atuação de Débora Duarte (...)
»

Retirado da crítica de Bárbara Heliodora, no jornal O Globo, 13.11.2009

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Adorável Desgraçada: Em Cartaz!


Com texto de Leilah Assumpção e direção de Otávio Muller, Débora Duarte está brilhando, perante o público e a crítica, na cena teatral carioca, com sua impressionante Guta, personagem do monólogo "Adorável Desgraçada" (Prêmio Melhor Autor APCA 1994), em cartaz no teatro do Centro Cultural Solar de Botafogo, Rio de Janeiro, numa primeira temporada até 20 de dezembro de 2009, retornando, depois, de 8 de janeiro a 7 de fevereiro de 2010.
Trata-se do primeiro monólogo da carreira de mais de 50 anos da veteraníssima Débora Duarte!



Guta é uma mulher que vive uma tremenda solidão, dentro das paredes mudas e surdas do seu apartamento, mas, acima de tudo, dentro das redes e amarras de si mesma, atormentada por um conflito interior profundo e obscuro, onde o seu ego, numa tortuosa viagem ao passado, procura desesperadamente (é essa a palavra!) justificar, perante si mesmo e perante o alter-ego personificado por Maribel, a amiga de infância, o porquê de não ter vivido o que não viveu, de não ter sido o que não foi...

Guta e Maribel, na verdade, simbolizam a contradição essencial e dolorida da condição humana, a eterna oscilação entre o medo e a ousadia, entre a dúvida e a confiança, entre a prisão e a liberdade, o ódio e o amor. Entre elas, pois, o pequeno passo que liga um lado ao outro da mesma alma... e a distância abissal entre quem deu o passo e quem não deu.

Débora intepreta magistralmente uma Guta em sangue, levada aos extremos da comédia e da tragédia, em espera de uma Maribel enorme e sempre presente. O final, em que Maribel, depois de sete anos, chega para visitar Guta, culmina o simbolismo da peça, com uma força que só uma atriz do tamanho e gênio de Débora Duarte poderia carregar e doar.



Um belíssimo e emocionante espetáculo, onde tudo, para além da espantosa interpretação da atriz, se revela irretocável. A direção de arte (cenário e figurino) coube a Bia Lessa e o projeto de luz é de Lauro Escorel.


Imperdível!




Débora Duarte, no final da apresentação especial do dia 9 de novembro de 2009, agradecendo os aplausos efusivos de uma platéia plena de risos, lágrimas e estremecimentos!




Débora Duarte e Otávio Muller, que assina a direção da peça.




No camarim, após a apresentação especial do dia 9 de novembro de 2009: Carolina Floare, Débora Duarte, Daniela Gracindo (filha de Débora) e Márcia Cerqueira.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Uma pequena viagem num universo tão grande

Hoje, dia 15 de Outubro de 2009, este blog, exclusivamente dedicado à Arte de Débora Duarte, completa um ano de existência, com 13.000 visitas!

Para assinalar a data, e porque estamos pertíssimo da nova grande estréia de Débora no teatro, com o premiado monólogo "Adorável Desgraçada", de Leilah Assumpção (estréia no dia 6 de novembro, no Solar de Botafogo, Rio de Janeiro, com direção de Otávio Muller), propomos viajar no tempo, através de imagens inéditas neste blog, recordando alguns dos trabalhos teatrais mais antigos da nossa genial atriz:



Débora em cena com Tonico Pereira, na peça "A Ratoeira", de Agatha Christie, dirigida por João Fonseca, em 2007.
Débora interpretou com maestria a Senhora Boyle.



Aqui, dois anos antes, em 2005, Débora estrelava, ao lado de Caio Blat e Taís Araújo (na foto), a peça "Liberdade para as Borboletas", de Leonard Gersche. Gracindo Jr. assinou a direção e Débora deu vida à Senhora Gasparini.



Recuamos mais três anos e encontramos Débora, em 2002, protagonizando, ao lado de Luiz Guilherme (na foto), a hilariante peça "Ladrão Que Rouba Ladrão", de Ray Cooney, com direção de Cyrano Rosalém. Débora deu vida à personagem Joana.



Débora nos anos 80, em cena com Marcelo Ibrahim, na peça "Cozinhando Maçãs", de Ziraldo Alves Pinto!



E para terminar em grande esta pequena viagem pelo majestoso universo teatral de Débora Duarte, eis um raro recorte da revista Amiga, do ano de 1975, no qual se anuncia, com essa belíssima fotografia, a participação da atriz na peça "Transas na Noite", de Frank D. Gilroy, com direção de Antônio Pedro. Débora intepretou, nessa peça, a personagem Fran.



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