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domingo, 9 de junho de 2013

Relíquia dos Anos 80

Uma relíquia dos anos 80 foi publicada, estes dias, no canal da cantora Perla Paraguaia: um programa de Joaquim Silvestre todo em homenagem a Débora Duarte, com entrevista e muitas visitas surpresas de familiares, amigos e colegas, numa viagem por sua vida e carreira...

domingo, 10 de maio de 2009

O Dia da Mãe Débora

Débora Duarte feliz com a recém-nascida "Toniquinha", como ela logo apelidou Paloma, junto de Antônio Marcos, ou "Toniquinho", o pai da menina, em 1977. Nesta reportagem, ambos explicam o porquê do invulgar nome que escolheram para a sua filha.


E dois anos antes, Débora com Daniela, a sua primeira filha.


FELIZ DIA DAS MÃES
A ESTA MÃE MARAVILHOSA!

sábado, 2 de maio de 2009

A Grande Família II

Débora levando um ternurento beijinho de sua mãe, Marisa Sanches, grande atriz que brilhou durante décadas na TV Tupi e de quem Débora concerteza herdou toda a beleza e o extraordinário talento que tanto encantam o Brasil e o Mundo!


Débora contracenando com seu pai, o mestre Lima Duarte, na novela "O Décimo Mandamento" (Tupi, 1968), na qual interpretavam, pela primeira vez (a segunda foi em "Pecado Capital", da Globo, em 1975), os mesmos papéis da vida real: a filha Mariana e o pai Salvador.


Débora com sua primogênita, Daniela, nascida em 1975 e filha de Gracindo Jr., hoje atriz, diretora e produtora.


Débora e o ator Gracindo Jr., o pai de Daniela. Ambos trabalharam juntos inúmeras vezes no teatro, como por exemplo na peça "A Teoria na Prática é Outra" (1974) e ainda nas peças "Meus Prezados Canalhas" (1993), "Com a Pulga Atrás da Orelha" (2003) e "Liberdade para as Borboletas" (2005), dirigidas por Gracindo Jr. e estreladas por Débora.


Débora e sua "caçula" Paloma, nascida em 1977 e filha de Antônio Marcos, hoje também uma das mais famosas atrizes do Brasil.


Débora e o cantor e compositor Antônio Marcos, ou Toninho, o pai de Paloma, no estúdio de gravação, em 1976. Em 1978, ambos gravaram dois duetos lindíssimos, "Sonho de Nós Dois" e "A Carta", disponíveis para escutar neste blog. Também estiveram juntos em duas novelas, "Toninho on The Rocks" (Tupi, 1970), vivendo o par romântico Anita e Toninho, e "Cara a Cara" (Bandeirantes, 1979), vivendo Regina e Nando. Além disso, ainda em 1979 e na TV Bandeirantes, fizeram juntos um programa chamado "Rosa e Azul", que ia ao ar todas as terças-feiras às 21 horas, e onde os dois comandavam uma disputa entre as mulheres do planeta rosa e os homens do planeta azul!


Débora e suas lindas filhas, Paloma à esquerda e Daniela à direita.


Para ver a primeira matéria deste blog dedicada
à família de Débora Duarte, clique
aqui.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Beleza por uma boa causa!


No início desta década, em 2000, após terem brilhado juntas em "Hilda Furacão" (1998) e "Terra Nostra" (1999/2000), Débora e Paloma foram convidadas para dar o rosto pela Campanha Calcium Sandoz Contra a Osteoporose e o resultado foi esta fotografia belíssima!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O Livro de Débora



Revista "Manchete", 1987



Os muitos admiradores de Débora anseiam por uma reedição acrescentada deste livro!
Urge tornar tão extraordinária Poesia acessível, finalmente, a todos, porque ela é, sem dúvida, um marco da cultura e das letras brasileiras.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Os outros prazeres de "Terra Nostra"


[continuação de "MAR CALMO, CÉU DE BRIGADEIRO",
em "Os Olhos de Maria do Socorro"]

« Contracenar com a filha, Paloma Duarte (Angélica), e com Antônio Fagundes (Gumercindo), seu par romântico também na novela ‘‘Corpo a corpo’’, são outros prazeres que ‘‘Terra Nostra’’ lhe traz:
- Costumo dizer que o Fagundes é meu melhor marido, nós nos entendemos muito bem. E a Paloma é uma atriz inteligente e luminosa, que não tem preguiça de pensar - diz a mãe, orgulhosa. (...)


Maria do Socorro e Gumercindo:




Maria do Socorro e Angélica:



Débora e Paloma nos bastidores de "Terra Nostra":



(...) Débora ainda não sabe se sua personagem vai mesmo morrer após dar à luz o tão sonhado filho de Gumercindo, mas diz que adoraria se o final fosse esse:
- Acho a cara da Maria do Socorro morrer de amor. (...)


Maria do Socorro com Gumercindinho:



(...) Nesta fase em que vive no melhor dos mundos possíveis, a atriz decidiu cuidar de si. Contratou um personal trainer (ou personal killer, como costuma dizer em tom de galhofa, dando a entender que é pouco afeita aos exercícios físicos) e está disposta a emagrecer oito quilos. Para isso, vem tentando resistir aos prazeres da boa mesa.
- Andei um tempo relaxada, meti o pé na jaca. Mas agora resolvi me tratar com mais carinho - confessa a intérprete desta já inesquecível Maria do Socorro. »

- FIM -

Jornal: O Globo
Data de Publicação: 06.02.2000
Autor/Repórter:
Lílian Fernandes
Fonte: Site TV Pesquisa

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Os Olhos de Maria do Socorro


« MAR CALMO, CÉU DE BRIGADEIRO

A felicidade está estampada no rosto de Débora Duarte. Não, não aconteceu nada de extraordinário. Simplesmente as coisas estão correndo bem, a começar pelo trabalho em ‘‘Terra nostra’’, em que ela vive a dócil Maria do Socorro.
- A novela veio numa fase serena, de mais maturidade minha, me pegou num momento muito bom. Está tudo bem: minhas filhas (as atrizes Paloma e Daniela Duarte) estão ótimas, minhas netas são lindas (Maria Luiza e Ana Clara, filhas de Paloma) e a Maria do Socorro vem me dando muito retorno. E, se o meu trabalho é bom para as pessoas, isso faz com que eu me sinta útil e dá sentido à minha vida - diz Débora.
O retorno a que ela se refere vem de várias frentes: telespectadores, em particular mulheres, a interpelam para dizer que se identificam com Maria do Socorro, a classe artística é unânime em lhe dar os parabéns pela atuação e a Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) brindou-a com o prêmio de melhor atriz de 99.
Desde o início da novela, chama a atenção a força do olhar da personagem de Débora, uma mulher que pouco fala, mas deixa transparecer no semblante tudo o que pensa. A atriz prefere não entrar em detalhes a respeito da composição de Maria do Socorro, mas deixa escapar que o que vê no vídeo foi em grande parte resultado de um processo intuitivo.
- Em televisão, não dá para pensar muito. Você tem é que entender muito bem o personagem. Esta característica veio da própria Maria do Socorro: uma pessoa assim acaba exteriorizando os sentimentos de alguma forma e, no caso dela, tudo vaza no olhar - diz Débora.
A atriz não se lembra de ter interpretado outra mulher tão submissa quanto a que vive em ‘‘Terra nostra’’. No máximo, encontra alguma semelhança entre ela e a Angelina da minissérie ‘‘Anarquistas graças a Deus’’, mas logo frisa que esta se resume ao amor que ambas dedicam à família. Débora garante, aliás, que viver uma personagem diferente das que já tinha feito não foi um fator determinante para que aceitasse integrar o elenco da novela. Talvez por esse motivo ela encare com naturalidade a nova fase de Maria do Socorro, que vem se tornando cada vez mais ativa:
- Aceitei fazer ‘‘Terra nostra’’ porque esta era uma grande personagem, independentemente dessa característica. Mas acho que foi a própria vida que fez a Maria do Socorro mudar: o mundo foi mudando, as filhas crescendo, os italianos chegaram à fazenda e ela foi tendo contato com mais informações. » [continua...]

Jornal: O Globo
Data de Publicação: 06.02.2000
Autor/Repórter: Lílian Fernandes

Fonte: Site TV Pesquisa


Mais alguns olhares de Maria do Socorro...








Um olhar que prende e encanta, cuja extraordinária força e beleza muito contribuíram, concerteza, para o fascínio desta inesquecível personagem de Débora!