terça-feira, 8 de setembro de 2009

"uma coisa meio mágica"...


(clique na imagem ou aqui para ler)



Débora Duarte fala da sua experiência e relação pessoal e artística com a roupa e a moda ao longo das várias fases da sua vida e carreira. Um depoimento delicioso, publicado na revista Manequim, edição de Julho de 1990.

sábado, 29 de agosto de 2009

Como está linda!


Débora Duarte
(Aeroporto Santos Dumont, Rio de Janeiro, 27.08.2009)


Ages em meus sentidos, de manso como com as flores
Dá-me espinhos para que eu possa furar
A distância que entre nós se instala

POEMAS DE DÉBORA DUARTE

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Genial e polêmica!


Camila Karany, ou simplesmente Catucha (Débora Duarte), é uma das filhas de Alberto Karany (Walmor Chagas), dono de uma empresa de cerâmicas, onde ela vem a conhecer o seu grande amor, o escultor Juca Pitanga (Tarcísio Meira), que, vindo do interior pernambucano para o Rio de Janeiro, acaba por aí ficar empregado por intermédio de Roberta (Nívea Maria), irmã de Catucha.

Dona de uma personalidade muito forte e difícil, Catucha, que, logo de caras, implica com o escultor, acaba por se descobrir, afinal, completamente apaixonada por ele. Torna-se sua marchand de arte e tudo faz pelo seu sucesso. Mas terá de enfrentar o amor deste por Vivian (Vera Fischer).
Persistente, Catucha acaba conseguindo que Juca se afaste de Vivian e fique consigo.


Porém, Catucha tem um destino trágico: primeiro, após engravidar, seu filho nasce morto, acabando, por ironia do destino, por adotar o filho de Vivian, resultante de um estupro, para o criar como seu filho e de Juca.
Depois, terá de suportar a ausência do seu amor por dois anos, tempo em que este estará no exterior, sendo que, ao regressar, Juca se vê envolvido como suspeito da morte de Silvana (Bárbara Fazio), mãe de Catucha. Após descobrir que Juca teve um caso com a sua mãe, Catucha enlouquece e é ela própria quem vai denunciá-lo.



"A masturbação de Catucha atingiu os espectadores do horário nobre de terça-feira de Carnaval por tempo suficiente para Débora brilhar, no sétimo mês consecutivo, na pele de um personagem que poucas atrizes de TV sustentariam com coerência
por mais de uma semana."


Catucha, personagem de Débora Duarte na novela "Coração Alado", de Janete Clair, produzida e transmitida pela Rede Globo, no horário das 20 horas, de 11 de Agosto de 1980 a 14 de Março de 1981, é recordada como uma das mais extraordinárias, densas e marcantes intepretações de sempre da história da teledramaturgia brasileira.
Além da genialidade interpretativa, Débora protagonizou, nessa novela, talvez a cena mais polêmica até então da TV brasileira: a famosa cena da masturbação, totalmente inédita em televisão, criada por si e pelo diretor Roberto Talma, e que gerou praticamente um escândalo nacional e, consequentemente, uma série de protestos imediatos dirigidos à Rede Globo...

Em baixo, um artigo da época da Revista VEJA, edição n.º 653, de 11 de Março de 1981, que fala justamente sobre esta cena de três minutos do episódio n.º 171 de "Coração Alado" e de toda a polêmica por ela gerada (clique nas duas imagens para ler o artigo na íntegra).



Fonte: Arquivo VEJA

domingo, 9 de agosto de 2009

"À vontade"

"Transas da Noite", assim se chamava a peça que juntou Débora Duarte e Paulo César Peréio no palco do Teatro da Praia, do Rio de Janeiro, em 1975.

Uma obra do dramaturgo norte-americano Frank D. Gilroy, nascido em 1925, adaptada para a realidade brasileira por Antônio Pedro e Jorge Laclette e dirigida pelo primeiro num especial espírito de dar o máximo de liberdade aos atores, conforme se pode ler no artigo da revista VEJA, edição n.º 366, de 10 de setembro de 1975, que em baixo se publica, assinado por Marinho de Azevedo.

Um amor inesperado entre uma corista filha de mãe brasileira e pai americano (uma curiosa coincidência com a vida real!), chamada Fran (papel de Débora Duarte), e um pianista carioca, Beto (papel de Paulo César Peréio), que se encontram à beira da solidão de ambos. A peça contava ainda com a participação do ator Vinicius Salvatori, que interpretou o amante de Fran, o americano Lockwood.


"uma peça para atores"
(clique na imagem ou aqui para ler)

Fonte: Arquivo VEJA

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Matéria de Capa - "Amiga"


Débora Duarte e Milton Gonçalves na capa da Revista "Amiga" / "TV Tudo", provavelmente em 1976, na época em que estava a ser transmitida (até dia 5 de Junho desse ano) a novela "Pecado Capital", da Rede Globo, na qual Débora deu vida à famosa e inesquecível Vilminha Lisboa e Milton ao psicólogo dela, o Dr. Percival.

Na capa, podem-se ler as seguintes manchetes relacionadas com Débora: "O PECADO NA BOCA DO POVO" e "Débora & Toninho: AGORA QUEREMOS UM FILHO".

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Maria Rita, uma magia


Maria Rita Mendonça é uma das personagens mais fascinantes da carreira de Débora Duarte!


Para recordá-la, viajemos até 1983.

A 16 de Fevereiro, estreava, às 22 horas, na Rede Globo, aquela que seria a primeira minissérie do currículo de Débora: "Parabéns Pra Você", com argumento de Bráulio Pedroso e colaboração de Geraldo Carneiro, e direção de Dennis Carvalho e Marcos Paulo. Treze capítulos, que teriam fim no dia 4 de Março do mesmo ano.



Maria Rita Mendonça, a personagem central da trama, é uma jornalista de sucesso. Ela produz um programa de televisão, o qual serve de base ao argumento da minissérie, composto por um painel de histórias interligadas e que procuram retratar a sociedade através de depoimentos tanto fictícios como reais (por exemplo, de Gilberto Gil, Cacá Diegues, Marina Colossanti, Luiz Carlos Maciel, Éder Jofre). A personagem assume, assim, um papel de narradora também.

Inspirada pela crise de meia idade do marido, Mendonça (Daniel Filho), Maria Rita tratará, no seu programa, todos os aspectos desse tema.


Paralelamente, Maria Rita viverá um drama na sua vida pessoal, quer devido à paixão que lhe é declarada pelo amigo Zequinha (Antônio Pedro), quer pela traição do seu marido com uma mulher bastante mais nova, Irene (Fernanda Torres).



Uma interpretação absolutamente magistral de Débora Duarte, que pode ser apreciada em quatro cenas disponíveis neste blog, nas quais a atriz nos carrega, de uma forma quase mágica, com uma emoção e brilho poderosíssimos!

Uma obra teledramatúrgica de estrutura original e interessante, a que - à semelhança do que aconteceu com "Anarquistas Graças a Deus", lançada em DVD em 2008 - seria importante ter um acesso integral, sendo que só o fato de se registrar de forma completa a excelência das interpretações, nomeadamente a de Débora Duarte, já valeria, por si só, a pena!

domingo, 12 de julho de 2009

"Moral imoral"


"Um casal que se ama de verdade, no fundo - e muito mal na superfície."


Débora Duarte interpretou a protagonista da peça "Quem É Amélia?", uma comédia levada aos palcos em 1981, com direção de Antônio Pedro, adaptada pelo crítico teatral Armindo Blanco a partir de duas peças do dramaturgo madrileno Alfonso Paso, nomeadamente "Aurélia y Sus Hombres", de 1961, e "Las que Tienen que Servir", de 1962.

Débora deu vida à adúltera Amélia, uma personagem complexa que tanto simboliza a imoralidade como o moralismo, na relação com o seu marido, Daniel, interpretado por Anselmo Vasconcellos.
Na foto, Débora em cena com o ator Eduardo Conde.



"Débora Duarte, sempre excelente"

Em baixo, a página dedicada ao Teatro da revista VEJA, edição n.º 654, de 18 de Março de 1981, com uma crítica sobre a peça e as interpretações dos atores, assinada pelo jornalista, crítico e editor especial da VEJA, Cláudio Bojunga (clique na imagem ou aqui para ler).


sábado, 20 de junho de 2009

Bandeirantes: um novo desafio

Em 1979, Débora Duarte é convidada a estrelar a nova novela da Rede Bandeirantes, que, depois de um interregno de nove anos no que respeita à produção de teledramaturgia, voltava em força, aproveitando também um certo declínio que se fazia sentir na Rede Tupi.

O último trabalho de Débora na TV havia sido como Carola, em "O Profeta", de Ivani Ribeiro, precisamente da Rede Tupi, entre Outubro de 1977 e Abril de 1978. Embora tenha chegado a gravar dez capítulos da novela "O Direito de Nascer", de Teixeira Filho e Carmen Lídia, que viria a estrear a 31 de Julho de 1978, e onde daria vida à personagem Isabel Cristina, Débora não prosseguiu com mais esse trabalho na Rede Tupi e mudou-se para a Rede Bandeirantes, onde, para além de estrelar uma novela, ainda apresentou, juntamente com Antônio Marcos, seu marido na época, o programa semanal "Rosa e Azul".

Investindo forte na concorrência à Rede Globo, que, na época, e após o enfraquecimento da Rede Tupi (que, aliás, produziria a sua última novela no ano seguinte, em 1980), já se encontrava isolada na liderança da audiência, a Rede Bandeirantes convidou um elenco de estrelas, provenientes da Tupi e da Globo, para "Cara a Cara", novela de Vicente Sesso, que contaria com a direção de Jardel Mello e Arlindo Pereira Silva.

A novela estreou no dia 16 de Abril de 1979 e teve o seu último capítulo a ir ao no dia 30 de Dezembro desse mesmo ano. Tendo começado por ser exibida no horário das 20 horas, no segundo mês de exibição, por questões ligadas à concorrência, passou para as 19 horas.

O seu sucesso foi tal que veio a ser reprisada por três vezes, em 1980/1981, 1983 e 1990.


Débora Duarte foi uma das estrelas consagradas convidadas pela Bandeirantes para a sua nova novela, ao lado de nomes como Fernanda Montenegro, Nathália Timberg, Irene Ravache, Luiz Gustavo, David Cardoso, Rolando Boldrin, Fúlvio Stefanini, Márcia de Windsor, Wanda Kosmo, Roberto Pirillo, Carmem Silva, entre outros.
Interessante notar que a novela contou ainda com a participação de Antônio Marcos e do seu irmão, o também compositor e cantor Mário Marcos, que deram vida, respectivamente, a Nando e Tico.



Débora Duarte interpretou Regina, a "mocinha" heroína da história, que se vê obrigada a casar com o fazendeiro caipira Antônio, ou Tonho, interpretado por David Cardoso (na foto), para salvar o património da sua família, antes rica e agora decadente.



Regina e Tonho, personagens de Débora Duarte e David Cardoso em "Cara a Cara".



A história de uma grande novela:



Mas em "Cara a Cara", Débora Duarte não foi
apenas uma das protagonistas da trama...

Débora gravou um dos temas da trilha sonora da novela, "Uma Festa Pra Mim" (escute aqui), mostrando o seu talento também para cantar!



A capa do disco da trilha sonora de "Cara a Cara", ilustrada com fotos de Antônio Marcos, Débora Duarte e Maria Martha, os intérpretes dos temas musicais.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Momento de Poesia IV

Eu vos convoco, monstros adormecidos,
E também os congelados,
Duendes, mudos e mutilados,
Esqueletos dos túmulos não selados,
Pro meu circo, pro meu grito
Pros meus fados


POEMAS DE DÉBORA DUARTE

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Pontal da Solidão: "um filme estranho e bonito"

"Pontal da Solidão", produzido, no Brasil, em 1974, foi o segundo trabalho de Débora Duarte no cinema, depois da sua estréia cinematográfica em França, quatro anos antes, como protagonista do filme "Céleste".

Com roteiro de Alberto Ruschel e Lima Barreto e direção de Alberto Ruschel, o filme de 88 minutos tem no seu elenco, além de Débora Duarte e do próprio Alberto Ruschel, ainda: Ricardo Hoepper, Beto Ruschel e Ondina Moura.



Tal como "Céleste", "Pontal da Solidão" é um filme extremamente raro, valendo, por isso, o testemunho deixado por este artigo que aqui se reproduz e que foi originalmente publicado em 1979, n' O Estado de São Paulo:

«Um dos filmes mais esperados da moderna produção nacional. Estreando como diretor-autor, Alberto Ruschel situa-se num plano diverso de quase todos os seus colegas atores (Dionísio Azevedo, Jece Valadão, Aurélio Teixeira, Egidio Eccio, David Cardoso, John Herbert, Sergio Hingst) que também passaram à realização, obtendo uma obra certamente alheia a certos cânones, mas sem nunca desdenhar o insólito, o inédito, o poético, o extremamente pessoal, o absolutamente seu. A ação, praticamente um duo. Um velho marujo que vive num lugar isolado. A menina (Débora Duarte) que foge de uma provação pensando em suicídio e coloca-se sob sua proteção. E a volta dos criminosos, que ainda pensam em se vingar de sua vítima. Um filme estranho e bonito, “rodado” em maravilhosos locais do Rio Grande do Sul e que precisa ser devidamente apreciado.»

O Estado de S. Paulo, 14.10.1979

terça-feira, 26 de maio de 2009

Débora na Hebe!

No dia 4 de Agosto de 2003, Hebe Camargo teve uma convidada muito especial no seu Programa da Hebe, do SBT... Débora Duarte!



Linda, Débora foi recebida, juntamente com outros convidados famosos, no programa que tinha como tema os pequenos vícios do dia-a-dia e compulsões da maioria das pessoas.
Vale lembrar que, na época, Débora havia sido contratada pelo SBT para a novela "Canavial de Paixões", onde deu vida à magistral Teresa Giácomo. A novela viria a estrear no dia 13 de Outubro desse mesmo ano de 2003 e estender-se-ia por 118 capítulos, até 23 de Março do ano seguinte.


Hebe e seus convidados (da esquerda para a direita): Fábio Jr., Débora Duarte, Paulo Autran, Adriane Galisteu, Diego e Luiza Possi.


Débora com Hebe e o saudoso ator Paulo Autran:
três figuras grandiosas e históricas da TV brasileira!


Fotos do Programa da Hebe :
Petrônio Cinque


... Mas, muitos anos antes, na década de 70, já Débora e Hebe eram amigas, como bem mostra esta deliciosa fotografia!


Hebe Camargo recebe Débora Duarte em sua casa, no bairro do Sumaré, em São Paulo, e as duas amigas jogam uma descontraída e divertida partida de sinuca.

terça-feira, 19 de maio de 2009

"Apanhada" em reportagem


Na passada quarta-feira, dia 13 de Maio, o Video Show, programa ao vivo da Rede Globo, "apanhou" Débora Duarte no meio do elenco fixo do seriado humorístico "Toma Lá, Dá Cá", que contou, nesse dia de ensaios e gravações, com a participação especial da tão especial atriz!


Débora foi aplaudida por todos os seus colegas ali presentes e, ao ser entrevistada pelo repórter André Marques, confessou-se admiradora de todos eles e feliz por poder trabalhar a seu lado, nesta sua participação mais do que especial no seriado de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa, com direção geral de Mauro Mendonça Filho e Cininha de Paula e núcleo de Roberto Talma.


Um panorama geral do ambiente da reportagem, que pode ser vista, na íntegra, no site da Globo: AQUI.

domingo, 17 de maio de 2009

Divisora de águas!

O dia 4 de Novembro de 1968 é uma data histórica para a Televisão Brasileira: estreava, nesse dia, às 20 horas, na TV Tupi, "Beto Rockfeller", a novela que iria revolucionar completamente a teleledramaturgia, quer do ponto de vista da concepção e estrutura da história, quer do ponto de vista da direção e da interpretação, e que teria o seu último capítulo a ir ao ar no dia 30 de Novembro de 1969.

A sinopse do então diretor geral da Rede Tupi, Cassiano Gabus Mendes, foi parar às mãos do dramaturgo Bráulio Pedroso, que, curiosamente, até então, nunca havia visto televisão!
Bráulio Pedroso escrevia os capítulos e Lima Duarte, que dirigia a novela ao lado de Walter Avancini, adaptava-os para um registo mais televisivo.
A escalação de atores reunia os maiores talentos e estrelas da época, Débora Duarte, Luiz Gustavo, Irene Ravache, Marília Pêra, Ana Rosa, Plínio Marcos, Walter Forster, e lançava a atriz Bete Mendes.


Débora Duarte e Luiz Gustavo, os protagonistas de "Beto Rockfeller".


Assim nascia "Beto Rockfeller", título escolhido por Lima Duarte e que, segundo o próprio, sintetizava a ideia da novela:
"Beto, de Beto, um Beto qualquer, e Rockfeller, único e absoluto (...) E a novela é assim mesmo, desse Beto que quer ser o Rockfeller e não sabe o que tem de pagar para ser isso."

A crítica mordaz à sociedade, a irreverência dos temas em tempos de censura, o tom coloquial dos diálogos, o fator improviso, a simplicidade da trama aliada à complexidade dos personagens, o realismo e a modernidade da história e da forma como era contada e interpretada, não esquecendo a inovação da trilha sonora, que passou a conter temas de música popular, romperam com todos os padrões da época, renovando radicalmente o panorama da teledramaturgia brasileira. Na verdade, "Beto Rockfeller" criou a novela brasileira, aquela com que o povo brasileiro finalmente se identificou e onde encontrou a sua alma.


Débora Duarte em "Beto Rockfeller".


Mas se a novela em si representou uma revolução para a teledramaturgia brasileira, a interpretação de Débora Duarte também foi uma verdadeira divisora de águas no que respeita à arte da interpretação!


Débora tinha, então, apenas 18 anos de idade, mas já treze de televisão. Deu vida a Lu, a rebelde e carismática namorada de Beto Rockfeller, personagem de Luiz Gustavo.
A par do primeiro protagonista anti-herói de Luiz Gustavo, Débora, com a sua surpreendente naturalidade em relação aos padrões de interpretação da época, criou, com maestria, a primeira heroína anti-mártir da história da televisão brasileira.


Uma antológica interpretação que valeu, a Débora, os dois mais importantes prêmios do Brasil para melhor atriz, no ano de 1969: o Troféu da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e o Troféu Roquete Pinto.


Débora Duarte recebendo o Troféu Roquete Pinto, em 1969, pela sua interpretação em "Beto Rockfeller".



Nos seus agradecimentos, Débora revela a sua humildade, dizendo-se "uma atriz em formação", e agradece a seu pai, Lima Duarte, que a dirigiu na novela.



Linda e encantadora, a jovem e genial Débora!


O canal DÉBORA DUARTE no YouTube oferece-nos esta deliciosa relíquia: Débora recebendo o seu Troféu Roquete Pinto, em 1969!
VEJA AQUI.

domingo, 10 de maio de 2009

O Dia da Mãe Débora

Débora Duarte feliz com a recém-nascida "Toniquinha", como ela logo apelidou Paloma, junto de Antônio Marcos, ou "Toniquinho", o pai da menina, em 1977. Nesta reportagem, ambos explicam o porquê do invulgar nome que escolheram para a sua filha.


E dois anos antes, Débora com Daniela, a sua primeira filha.


FELIZ DIA DAS MÃES
A ESTA MÃE MARAVILHOSA!

terça-feira, 5 de maio de 2009

Foto histórica

SÃO PAULO, São Bernardo do Campo, 27 de Outubro de 1978.
Em tempos de regime militar no Brasil, Débora Duarte está presente no comício de lançamento da candidatura ao Senado de Fernando Henrique Cardoso, do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), o partido da oposição consentida, junto de outros artistas também apoiantes da frente, como o cantor e compositor Antônio Marcos, seu marido na época, que aparece atrás dela, e ainda as atrizes Bruna Lombardi (à esquerda) e Eva Wilma (à direita).

domingo, 3 de maio de 2009

Loucuras de Amor

"Mil disfarces, loucuras, perseverança e jogo de interesses. Tudo isso para vencer as barreiras e conquistar o amor."

Martinha Vasconcelos (Débora Duarte) é uma menina original e cheia de personalidade! Filha do vice-reitor do colégio, começa o ano escolar dizendo que esse ano não quer mais ir às aulas...


... Mas o seu pai, um "careta", como ela lhe chama, não aceita assinar o seu pedido de trancamento de matrícula e ela muito contrariada lá segue para o colégio, com uma amiga. Só que a caminho, como estava dirigindo depressa demais, acaba por ter um acidente, batendo no carro de um desconhecido, Nélson (Antônio Marcos)...


... Já no colégio, com outra amiga, Martinha tem a impressão de voltar a ver o desconhecido em cujo carro batera ainda há pouco...


... E qual não é a sua surpresa quando, já na sala de aula, ela descobre que ele é, na verdade, o seu novo professor!


... Cada vez mais interessada no seu novo professor, Martinha, como todas as meninas apaixonadas, começa a preocupar-se mais com a sua aparência e pergunta a Sara (Lícia Magna), sua empregada, se a acha bonita...


Ela começa então a pensar numa série de planos hilários para conquistar o professor Nélson!


Primeiro, vai para a aula disfarçada, mas o professor, que é bem sério e desligado, não lhe dá qualquer importância! Desiludida, Martinha tira o seu disfarce, enquanto desabafa com uma das suas amigas...


O seu segundo plano também não corre melhor: Martinha disfarça-se de odalisca e finge ter uma informação secreta para passar a Nélson!


Martinha procura então a secretária do colégio para tentar obter mais informações sobre Nélson e poder, assim, "bolar um plano mais eficiente" e acaba por dar de caras com ele! Ele acha que a conhece de algum lugar, mas ela, subitamente mais tímida, diz-lhe que deve ser engano...


Até que o seu pai, Dr. Pedro (Roberto Yago), em conversa com ela, lhe diz que a secretária do colégio vai entrar de férias e não tem ninguém para a substituir. É então que surge o novo grande plano de Martinha...


... Ela finge ser Fátima, a nova secretária do colégio! Tudo para se aproximar cada vez mais do professor Nélson!


Martinha fica inconsolável, porém, quando fica a saber que o professor Nélson vai embora, pois não é efetivo no colégio...


E vai falar com o seu pai, tentando convencê-lo a efetivar o professor Nélson. O seu pai diz-lhe que, uma vez que o professor conseguira fazer com que a sua filha voltasse a ter interesse pelo colégio, já o efetivara nessa mesma tarde, o que deixa Martinha feliz da vida!


Nélson acaba por perceber que Fátima, na verdade, é a sua aluna maluquinha, e descobre que também está apaixonado por ela!
No entanto, ao descobrir que ela é também a filha do vice-reitor, fica a pensar que, afinal, a sua nomeação como efetivo não passou de um favor e decide afastar-se dela, o que a deixa novamente inconsolável...


... Até que ele muda de ideias e volta a procurá-la. Felizes e apaixonados, a aluna maluquinha e o professor sério ficam finalmente juntos, sem mais disfarces!



***


Estas imagens raras são retiradas de uma fotonovela de Janete Clair, chamada "Loucuras de Amor", protagonizada por Débora Duarte e Antônio Marcos. Foi publicada na revista "Sétimo Céu" n.º 245, no ano de 1976, e pode agora ser lida num dos sites DÉBORA DUARTE.

Uma verdadeira relíquia, mostrando mais uma deliciosa e carismática interpretação de Débora Duarte também no gênero da fotonovela!

Leia a fotonovela e veja mais imagens no site
DÉBORA DUARTE - Multiply