Débora Duarte fala da sua experiência e relação pessoal e artística com a roupa e a moda ao longo das várias fases da sua vida e carreira. Um depoimento delicioso, publicado na revista Manequim, edição de Julho de 1990.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
"uma coisa meio mágica"...
sábado, 29 de agosto de 2009
Como está linda!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Genial e polêmica!
Dona de uma personalidade muito forte e difícil, Catucha, que, logo de caras, implica com o escultor, acaba por se descobrir, afinal, completamente apaixonada por ele. Torna-se sua marchand de arte e tudo faz pelo seu sucesso. Mas terá de enfrentar o amor deste por Vivian (Vera Fischer).por mais de uma semana."

Fonte: Arquivo VEJA
domingo, 9 de agosto de 2009
"À vontade"
"Transas da Noite", assim se chamava a peça que juntou Débora Duarte e Paulo César Peréio no palco do Teatro da Praia, do Rio de Janeiro, em 1975. Um amor inesperado entre uma corista filha de mãe brasileira e pai americano (uma curiosa coincidência com a vida real!), chamada Fran (papel de Débora Duarte), e um pianista carioca, Beto (papel de Paulo César Peréio), que se encontram à beira da solidão de ambos. A peça contava ainda com a participação do ator Vinicius Salvatori, que interpretou o amante de Fran, o americano Lockwood.
Fonte: Arquivo VEJA
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Matéria de Capa - "Amiga"

quarta-feira, 22 de julho de 2009
Maria Rita, uma magia
ria a primeira minissérie do currículo de Débora: "Parabéns Pra Você", com argumento de Bráulio Pedroso e colaboração de Geraldo Carneiro, e direção de Dennis Carvalho e Marcos Paulo. Treze capítulos, que teriam fim no dia 4 de Março do mesmo ano.Maria Rita Mendonça, a personagem central da trama, é uma jornalista de sucesso. Ela produz um programa de televisão, o qual serve de base ao argumento da minissérie, composto por um painel de histórias interligadas e que procuram retratar a sociedade através de depoimentos tanto fictícios como reais (por exemplo, de Gilberto Gil, Cacá Diegues, Marina Colossanti, Luiz Carlos Maciel, Éder Jofre). A personagem assume, assim, um papel de narradora também.
Inspirada pela crise de meia idade do marido, Mendonça (Daniel Filho), Maria Rita tratará, no seu programa, todos os aspectos desse tema.
Paralelamente, Maria Rita viverá um drama na sua vida pessoal, quer devido à paixão que lhe é declarada pelo amigo Zequinha (Antônio Pedro), quer pela traição do seu marido com uma mulher bastante mais nova, Irene (Fernanda Torres).
Uma interpretação absolutamente magistral de Débora Duarte, que pode ser apreciada em quatro cenas disponíveis neste blog, nas quais a atriz nos carrega, de uma forma quase mágica, com uma emoção e brilho poderosíssimos!
Uma obra teledramatúrgica de estrutura original e interessante, a que - à semelhança do que aconteceu com "Anarquistas Graças a Deus", lançada em DVD em 2008 - seria importante ter um acesso integral, sendo que só o fato de se registrar de forma completa a excelência das interpretações, nomeadamente a de Débora Duarte, já valeria, por si só, a pena!
domingo, 12 de julho de 2009
"Moral imoral"
"Um casal que se ama de verdade, no fundo - e muito mal na superfície."
Débora Duarte interpretou a protagonista da peça "Quem É Amélia?", uma comédia levada aos palcos em 1981, com direção de Antônio Pedro, adaptada pelo crítico teatral Armindo Blanco a partir de duas peças do dramaturgo madrileno Alfonso Paso, nomeadamente "Aurélia y Sus Hombres", de 1961, e "Las que Tienen que Servir", de 1962.Débora deu vida à adúltera Amélia, uma personagem complexa que tanto simboliza a imoralidade como o moralismo, na relação com o seu marido, Daniel, interpretado por Anselmo Vasconcellos.
sábado, 20 de junho de 2009
Bandeirantes: um novo desafio
Em 1979, Débora Duarte é convidada a estrelar a nova novela da Rede Bandeirantes, que, depois de um interregno de nove anos no que respeita à produção de teledramaturgia, voltava em força, aproveitando também um certo declínio que se fazia sentir na Rede Tupi.O último trabalho de Débora na TV havia sido como Carola, em "O Profeta", de Ivani Ribeiro, precisamente da Rede Tupi, entre Outubro de 1977 e Abril de 1978. Embora tenha chegado a gravar dez capítulos da novela "O Direito de Nascer", de Teixeira Filho e Carmen Lídia, que viria a estrear a 31 de Julho de 1978, e onde daria vida à personagem Isabel Cristina, Débora não prosseguiu com mais esse trabalho na Rede Tupi e mudou-se para a Rede Bandeirantes, onde, para além de estrelar uma novela, ainda apresentou, juntamente com Antônio Marcos, seu marido na época, o programa semanal "Rosa e Azul".
A novela estreou no dia 16 de Abril de 1979 e teve o seu último capítulo a ir ao no dia 30 de Dezembro desse mesmo ano. Tendo começado por ser exibida no horário das 20 horas, no segundo mês de exibição, por questões ligadas à concorrência, passou para as 19 horas.
Débora Duarte foi uma das estrelas consagradas convidadas pela Bandeirantes para a sua nova novela, ao lado de nomes como Fernanda Montenegro, Nathália Timberg, Irene Ravache, Luiz Gustavo, David Cardoso, Rolando Boldrin, Fúlvio Stefanini, Márcia de Windsor, Wanda Kosmo, Roberto Pirillo, Carmem Silva, entre outros.
Interessante notar que a novela contou ainda com a participação de Antônio Marcos e do seu irmão, o também compositor e cantor Mário Marcos, que deram vida, respectivamente, a Nando e Tico.
Regina e Tonho, personagens de Débora Duarte e David Cardoso em "Cara a Cara".
apenas uma das protagonistas da trama...
Débora gravou um dos temas da trilha sonora da novela, "Uma Festa Pra Mim" (escute aqui), mostrando o seu talento também para cantar!

A capa do disco da trilha sonora de "Cara a Cara", ilustrada com fotos de Antônio Marcos, Débora Duarte e Maria Martha, os intérpretes dos temas musicais.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Momento de Poesia IV
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Pontal da Solidão: "um filme estranho e bonito"
"Pontal da Solidão", produzido, no Brasil, em 1974, foi o segundo trabalho de Débora Duarte no cinema, depois da sua estréia cinematográfica em França, quatro anos antes, como protagonista do filme "Céleste".
Com roteiro de Alberto Ruschel e Lima Barreto e direção de Alberto Ruschel, o filme de 88 minutos tem no seu elenco, além de Débora Duarte e do próprio Alberto Ruschel, ainda: Ricardo Hoepper, Beto Ruschel e Ondina Moura.
Tal como "Céleste", "Pontal da Solidão" é um filme extremamente raro, valendo, por isso, o testemunho deixado por este artigo que aqui se reproduz e que foi originalmente publicado em 1979, n' O Estado de São Paulo:
«Um dos filmes mais esperados da moderna produção nacional. Estreando como diretor-autor, Alberto Ruschel situa-se num plano diverso de quase todos os seus colegas atores (Dionísio Azevedo, Jece Valadão, Aurélio Teixeira, Egidio Eccio, David Cardoso, John Herbert, Sergio Hingst) que também passaram à realização, obtendo uma obra certamente alheia a certos cânones, mas sem nunca desdenhar o insólito, o inédito, o poético, o extremamente pessoal, o absolutamente seu. A ação, praticamente um duo. Um velho marujo que vive num lugar isolado. A menina (Débora Duarte) que foge de uma provação pensando em suicídio e coloca-se sob sua proteção. E a volta dos criminosos, que ainda pensam em se vingar de sua vítima. Um filme estranho e bonito, “rodado” em maravilhosos locais do Rio Grande do Sul e que precisa ser devidamente apreciado.»
O Estado de S. Paulo, 14.10.1979
terça-feira, 26 de maio de 2009
Débora na Hebe!
No dia 4 de Agosto de 2003, Hebe Camargo teve uma convidada muito especial no seu Programa da Hebe, do SBT... Débora Duarte!
Hebe e seus convidados (da esquerda para a direita): Fábio Jr., Débora Duarte, Paulo Autran, Adriane Galisteu, Diego e Luiza Possi.
Débora com Hebe e o saudoso ator Paulo Autran:
três figuras grandiosas e históricas da TV brasileira!
Fotos do Programa da Hebe :
Petrônio Cinque
... Mas, muitos anos antes, na década de 70, já Débora e Hebe eram amigas, como bem mostra esta deliciosa fotografia!

Hebe Camargo recebe Débora Duarte em sua casa, no bairro do Sumaré, em São Paulo, e as duas amigas jogam uma descontraída e divertida partida de sinuca.
terça-feira, 19 de maio de 2009
"Apanhada" em reportagem



domingo, 17 de maio de 2009
Divisora de águas!
O dia 4 de Novembro de 1968 é uma data histórica para a Televisão Brasileira: estreava, nesse dia, às 20 horas, na TV Tupi, "Beto Rockfeller", a novela que iria revolucionar completamente a teleledramaturgia, quer do ponto de vista da concepção e estrutura da história, quer do ponto de vista da direção e da interpretação, e que teria o seu último capítulo a ir ao ar no dia 30 de Novembro de 1969.
Débora Duarte e Luiz Gustavo, os protagonistas de "Beto Rockfeller".
A crítica mordaz à sociedade, a irreverência dos temas em tempos de censura, o tom coloquial dos diálogos, o fator improviso, a simplicidade da trama aliada à complexidade dos personagens, o realismo e a modernidade da história e da forma como era contada e interpretada, não esquecendo a inovação da trilha sonora, que passou a conter temas de música popular, romperam com todos os padrões da época, renovando radicalmente o panorama da teledramaturgia brasileira. Na verdade, "Beto Rockfeller" criou a novela brasileira, aquela com que o povo brasileiro finalmente se identificou e onde encontrou a sua alma.

Débora Duarte em "Beto Rockfeller".

Débora Duarte recebendo o Troféu Roquete Pinto, em 1969, pela sua interpretação em "Beto Rockfeller".

Nos seus agradecimentos, Débora revela a sua humildade, dizendo-se "uma atriz em formação", e agradece a seu pai, Lima Duarte, que a dirigiu na novela.

Linda e encantadora, a jovem e genial Débora!
domingo, 10 de maio de 2009
O Dia da Mãe Débora
A ESTA MÃE MARAVILHOSA!
terça-feira, 5 de maio de 2009
Foto histórica
SÃO PAULO, São Bernardo do Campo, 27 de Outubro de 1978.
Em tempos de regime militar no Brasil, Débora Duarte está presente no comício de lançamento da candidatura ao Senado de Fernando Henrique Cardoso, do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), o partido da oposição consentida, junto de outros artistas também apoiantes da frente, como o cantor e compositor Antônio Marcos, seu marido na época, que aparece atrás dela, e ainda as atrizes Bruna Lombardi (à esquerda) e Eva Wilma (à direita).
domingo, 3 de maio de 2009
Loucuras de Amor
"Mil disfarces, loucuras, perseverança e jogo de interesses. Tudo isso para vencer as barreiras e conquistar o amor."
Martinha fica inconsolável, porém, quando fica a saber que o professor Nélson vai embora, pois não é efetivo no colégio...
No entanto, ao descobrir que ela é também a filha do vice-reitor, fica a pensar que, afinal, a sua nomeação como efetivo não passou de um favor e decide afastar-se dela, o que a deixa novamente inconsolável...
... Até que ele muda de ideias e volta a procurá-la. Felizes e apaixonados, a aluna maluquinha e o professor sério ficam finalmente juntos, sem mais disfarces!
***
Estas imagens raras são retiradas de uma fotonovela de Janete Clair, chamada "Loucuras de Amor", protagonizada por Débora Duarte e Antônio Marcos. Foi publicada na revista "Sétimo Céu" n.º 245, no ano de 1976, e pode agora ser lida num dos sites DÉBORA DUARTE.
Uma verdadeira relíquia, mostrando mais uma deliciosa e carismática interpretação de Débora Duarte também no gênero da fotonovela!
Leia a fotonovela e veja mais imagens no site
DÉBORA DUARTE - Multiply













































